Colorimetria Aplicada à Micropigmentação

Colorimetria & Micropigmentação

Conhecer sobre colorimetria é tão importante quanto saber fazer um bom desenho, ter um bom dermógrafo ou dominar as técnicas, pois dependendo da(s) cor(es) usadas podemos dar, intencionalmente ou não, o aspecto de sobrancelhas mais densas ou menos densas, lábios mais volumosos ou não.

A colorimetria vai além disto, saber as características das cores influencia a matemática:

Pigmento Artificial + Melanina Natural + Cor Escolhida = Resultado Satisfatório

É preciso lembrar que a pele já é pigmentada pela melanina, porém não apenas por ela, mas também pela composição entre a melanina, pigmentos naturais como os carotenos e a própria vascularização que proporciona um colorido visível como leve plano de fundo.

Estudiosos da colorimetria desenvolveram o “círculos cromáticos” com o objetivo de registrar, ordenar e estudar melhor as cores. Permitindo assim que todo conhecimento adquirido fosse passado adiante, incluindo as diversas abordagens e entendimentos.

Por isso, mesmo com tanta divergência em muitos aspectos, não podemos dizer que determinado círculo cromático ou certo padrão de cores é melhor ou pior, está certo ou errado.

Na Antiguidade, vários pensadores como Aristóteles e Platão fizeram várias hipóteses relacionadas com a cor e a natureza da luz. Posteriormente, Isaac Newton foi o primeiro a identificar os espectros da cor e a formular uma teoria científica a esse respeito. Newton fez várias experiências com a luz branca incidindo sobre um prisma, que se decompunha nas cores do arco-íris.

Colorimetria - Espectro de luz

O que é uma Cor?

Cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina.

O que acontece quando a luz re etida por um objeto atinge o nosso olho:

A luz refletida por um objeto entra no olho e atravessa a córnea, a pupila, o cristalino e chega até a retina, onde a imagem é formada. Dentro da retina existe uma camada de células sensíveis à luz, os fotorreceptores. São de dois tipos — cones e bastonetes, ambas sensíveis à luz. Apenas para registrar, pois não são objeto deste livro, os cones são os responsáveis pela percepção da cor, enquanto que os bastonetes pela intensidade da luz que entra nos nossos olhos.

A ciência que estuda a medida das cores é a colorimetria. Ela estuda a quantificação da cor, o tom, a saturação que mostra se a cor é natural ou pigmentada artificialmente e a intensidade da cor que é caracterizada pela força dessa cor.

Cores Primárias, Secundárias e Terciárias

As cores são divididas em primárias, secundárias, terciárias e neutras. As cores primárias são o vermelho, amarelo e azul; as cores secundárias são formadas pela mistura de duas cores primárias, o verde, o roxo e o laranja; as cores terciárias são formadas pela mistura de uma cor primária com uma ou duas cores secundárias — as terciárias são todas as outras cores. As cores neutras são usadas para complementar uma cor desejada, sendo que as cores neutras têm pouco re exo. Entre as cores neutras podemos citar o branco, o cinza e o marrom, que nos tons claros são chamados de bege.

A cor branca é cor da luz, é a cor que reflete todos os raios luminosos, não absorve nenhum e por isso apresenta-se com a clareza máxima; o preto é a ausência de cor. Se rodarmos o disco das cores com velocidade, veremos que as cores individuais desaparecerão e o disco aparecerá totalmente branco.

Característica das Cores

Matiz

Em colorimetria, matiz é uma das três propriedades da cor que nos permite classificar e distinguir uma cor de outra através de termos como vermelho, verde, azul, etc. As outras duas propriedades são a saturação e a luminosidade podendo esta última ser entendida ainda como reflectância ou transmitância.

Matiz também é uma das três dimensões em alguns modelos de cor junto com saturação e luminosidade às quais, às vezes, se junta uma outra dimensão, para emular um outro atributo, a transparência.

Já na teoria das cores, matiz se refere à cor “pura”, sem adição de branco ou preto. No círculo de cores desta teoria, o matiz é um elemento posicionado no círculo mais externo cuja cor se torna mais branco na medida em que se aproxima do centro. O matiz também permanece inalterado ao se adicionar sua cor complementar (ou oposta), quando então o matiz se esmaece até se tornar gradualmente cinza.

Tom

É uma medida de claro e escuro; é o que caracteriza a “força” de uma cor.

Colorimetria - Força de uma cor
Colorimetria - Tom de uma cor

Saturação & Colorimetria:

Em colorimetria e também no modelo de cor HSV (ou HSB), saturação ou grau de pureza da cor é um parâmetro que especifica a qualidade de um matiz de cor pelo grau de mesclagem do matiz com a cor branca, sendo usual referir-se também à reflectância da amostra como um atributo daquela cor. As outras modalidades são o matiz e a luminosidade; às vezes usa-se uma quarta dimensão, o canal alfa.

No modelo de cor HSL, saturação é a proporção de quantidade de cor em relação à cor cinza média. Quanto menos cinza na composição da cor, mais saturada ela é. Nesse modelo, a luminosidade é um atributo da cor independentemente do seu grau de pureza.

No modelo HSL, a redução da saturação transforma a cor em cinza médio. De modo similar aos aparelhos de TV que transformam uma imagem a cores em branco-e-preto simplesmente diminuindo a saturação.

Colorimetria - Saturação

Luminosidade & Colorimetria:

Em colorimetria, luminosidade ou claridade é uma das modalidades tríplices que são usadas para referenciar as cores. Cada cor pode ter diferentes valores, de acordo com o seu grau de claridade refletida, isto significa a quantidade de luz que uma superfície tem a capacidade de refletir. Por exemplo, um vermelho claro tem um valor mais alto do que um vermelho escuro.

A claridade da cor ou de um objeto colorido é expressa em porcentagem ou fração numa escala uniforme, porém não comprimida, em que a cor aparece graduada do completamente enegrecido (ou apagado) ao completamente embranquecido (ou ofuscado).

Colorimetria - Escala de claridade para o cinza neutro

Percepção de cor

Quando uma luz incide sobre um objeto, ilumina-o resultando em sua visualização; somente as ondas que correspondem à cor do objeto são re etidas. As outras são absorvidas numa reação físico-química.

Exemplo: quando olhamos uma maçã vermelha, todos os raios de luz são absorvidos, mas o raio vermelho é re etido e captado por nossos olhos. Assim, quando olhamos um carro amarelo, podemos dizer que a tinta (substância química que dá cor ao objeto) absorveu a luz vermelha, laranja, verde, azul, índigo e violeta, re etindo aos nossos olhos a luz amarela.

Entendendo as Cores na Micropigmentação

Pigmentos

Material que confere cor a uma tinta; no nosso caso são os pós com os quais criamos cores.

Os pigmentos são classificados em:

Acromáticos: branco, preto e cinza — não contêm cor.

Cromáticos: contêm cor e são classificados em três categorias:

Primários

Pigmentos puros; todas as outras cores são obtidas através de sua mistura. As cores primárias são: azul, vermelho e amarelo.

Secundários

São a mistura de dois pigmentos primários puros em partes iguais.

Colorimetria - Classificação pigmentos

Cor complementar

Na cor, o todo é compreendido pelas cores primárias (azul, vermelho e amarelo). O complemento é aquela cor que falta para completar o todo. Quando duas cores primárias formam uma secundária (exemplo: azul + vermelho), a cor complemento será a cor primária ausente na mistura (amarelo).

As cores foram ilustradas com tamanhos diferentes para que possamos entender a intensidade de cada cor. Por exemplo, o azul é maior e dominante, o vermelho tem uma intensidade média, e o amarelo menor intensidade, conferindo sempre luz, claridade.

Terciárias

São obtidas pela adição de pigmento primário de uma das cores primárias já contidas em uma determinada secundária.

Exemplos:

45% de vermelho + 45% de amarelo = laranja + 10 % de amarelo = laranja amarelado (terciário)

25% de vermelho + 25% de amarelo = laranja + 50 % de amarelo = amarelo alaranjado (terciário)

Marrons

Quando em consulta com as clientes é preferível usar o nome castanho para falarmos da cor marrom; ambas nomenclaturas estão corretas, pois na verdade o marrom é um “aportuguesamento” do francês marron que significa “castanha”.

A expressão usada quando falamos em castanho nos permite agradar muito mais uma cliente, já que não se cria expectativas por parte dela em atingir “um marrom” imaginado inicialmente.

Há uma variedade de marrons/castanhos que vai dos tons quentes, frios, neutros claros e escuros.

O bege alcançado nas tintas é uma variação de marrom, visto que possui em sua formação as três cores primárias em variações distintas com a adição do branco, neste caso o Dióxido de Titânio.

Temperatura das Cores na Colorimetria

Para darmos sequência a nossos estudos, é necessário entender que as cores possuem “vibrações” diferentes e por isto são consideradas quentes, as mais vibrantes, e frias, as menos vibrantes.

Abaixo pode-se conferir excelentes exemplos dessas cores:

Cores Quentes:

Amarelo, vermelho e laranja.

Cores Frias:

Azul, verde e roxo.

Colorimetria - Cores quentes e cores frias

Interferência da melanina

A pele da cliente será nosso plano de fundo e o pigmento natural da pele dos seres humanos tem cores que serão adicionados na hora da escolha da tinta para pigmentar. No entanto a cor da pele não é definida apenas pela melanina, mas por um conjunto de fatores e substâncias químicas que juntas nos darão a cor da pele.

Um desses fatores importantes é a vascularização; em pessoas muito claras os vasos sanguíneos da superfície podem interferir no fundo de cor dando a sensação visual ao observador de um subtom levemente frio na pele.

No entanto este fator é o que menos vai interferir no resultado de uma micropigmentação, mas pode confundir muitos profissionais.

Uma observação importante e que ajuda muito é lembrar que no rosto humano, se dividirmos ao meio, na horizontal, na altura do nariz, teremos a prevalência de subtom quente na região superior e de subtom frio na região inferior — vamos considerar que uma pessoa mesmo tendo subtom frio ainda assim terá uma zona mais quente que o resto do corpo na região frontal.

Há alguns anos, considerávamos que a melanina era quente e fria, porém, atualmente este entendimento não é mais aceito no meio acadêmico.

O conceito atual fala em eumelanina para indivídos escuros e feomelanina para indivíduos claros, hormônios que são dois subtipos da melanina.

A eumelanina possui alto peso molecular e destaca-se por apresentar uma cor que varia de marrom ao negro.

A feomelanina por sua vez possui coloração vermelha ou amarela.

Existem profissionais que defendem que essas cores interferem no resultado da cor do pigmento e há outros que que defendem que não há interferência; confesso que durante mais de quinze anos considerei a cor da pele onde seria feito o procedimento para eleger a cor da tinta e nunca deu errado; lembre-se que que fatores como alimentação, bronzeamento solar, medicamentos entre outros podem prejudicar a avaliação, portanto, ter o pigmento equilibrado em nem quente e nem frio, começou a ser uma excelente opção.

Somente cuidado para não aprofundar o pigmento na pele porque isso poderá deixar a cor escura, azulada ou cinza demais, pois quanto maior a profundidade menor será refletância da luz com consequência na alteração da cor real.

Pigmentos ou Tintas Artificiais

Pigmentos Claros de Base Quente

Se tivermos partes iguais de preto, vermelho e amarelo mais um extra de amarelo, a cor resultante será um marrom/castanho de fundo amarelado.

Se esse marrom possuir no lugar da porção extra de amarelo, uma porção de vermelho, ele terá um fundo de cor avermelhado.

O mesmo ocorre se no lugar do vermelho colocarmos o laranja, teremos um marrom/castanho alaranjado.

Assim dizemos que os casos citados são de pigmentos quentes, ou de base quente.

Pigmentos Escuros de Base Fria

Se tivermos vermelho e amarelo em partes iguais, mais uma grande quantidade de preto, teremos como resultado marrom/castanho escuro.

Esse pigmento terá base fria, por causa da predominância da cor escura.

A partir deste momento, quando falarmos da “temperatura”, não nos referimos se uma pessoa está com 36 graus de temperatura, com febre ou hipotermia, ou se a cor do frasco de tinta está apresentando calor ou frio fisicamente.

Nos referimos que o subtom da pele ou da tinta é mais próxima a uma cor quente ou fria.

Sendo assim, fica claro que na colorimetria a “temperatura” das cores é fundamental, pois o tom de pele também é classificado de acordo com a “temperatura” das cores de sua tez.

A pele tem uma tonalidade de base, que pode ser azulada, avermelhada, amarelada, arroxeada, esverdeada, alaranjada etc.

Isto não quer dizer que a pessoa produza melanina quente e fria como foi ensinado no passado; significa apenas que temos um plano de fundo que é a pele que devemos observar suas cores predominantes e evitar pigmentos análogos em relação a cor da pele.

Se quisermos harmonizar o resultado nal de uma micropigmentação numa determinada pele, teremos que calcular matematicamente o subtom da pele em relação à “temperatura” do pigmento e não aprofundar o pigmento na pele.

Uma dica importante aos iniciantes é que na dúvida trabalhem com os pigmentos mais equilibrados, previamente neutralizados — por exemplo, se temos um pigmento frio e vamos usar em uma pele que apresenta a cor vermelha acentuadamente, teoricamente poderíamos aplicar esse pigmento diretamente nessa pele, digo teoricamente; no entanto não é bem assim que funciona, pois como dito anteriormente temos inúmeros fatores que contribuirão com o resultado final, e, além disso, o subtom do indivíduo pode não ser su cientemente relevante para interagir com o pigmento e tornar o resultado em um castanho neutro bonito.

O pigmento frio pode ser muito frio, causando certo desequilíbrio e resultando em uma sobrancelha cinza ou fria demais. Nesse caso, se o profissional aquecer o pigmento (acrescentar uma cor de apoio quente) antes de aplicar na pele e aprender observar a cor que está preparada, ele poderá decidir se há ou não necessidade de aquecer mais ou menos, tornando essa tinta o mais “morna” possível, ou seja, nem quente e nem fria; sendo assim o trabalho já começa neutralizado. Após o período de recuperação, o profissional poderá avaliar se há necessidade de algum ajuste, mas é fato que dificilmente esse ajuste será muito perceptível para a cliente e o profissional não ficará exposto à possibilidade de uma sobrancelha cinza que não passa despercebida por ninguém.

Falando de cores, matematicamente!

São três as cores primárias, e um tom neutro é a mistura dessas três cores; sendo assim, podemos calcular desta maneira:

Colorimetria - Estudo das cores

Seguindo essa matemática, entendemos que o desejo real é alcançarmos o número 3. Seja na micropigmentação inicial ou corretiva de sobrancelhas, pois o castanho/marrom é nosso objetivo.

Exemplo: sobrancelha azul (1) para conseguirmos transformá-la em marrom — necessito de mais duas cores, ou seja, o amarelo (1) e o vermelho(1).

Azul (1) + vermelho (1) + amarelo (1) = marrom (3)

O mesmo exemplo:
Azul (1) + laranja (2) = marrom (3) 
Lembre-se sempre do número 3; precisamos de 3 cores para formar o marrom.

Neutralização de uma cor fantasia

Cores fantasia são:

sobrancelhas azuladas, arroxeadas, avermelhadas, negras, cinzas, alaranjadas, lábios roxos ou olhos azulados; as cores fantasia são resultados errados de trabalhos, quando o técnico não tem conhecimento sobre base de pigmento e temperatura das cores.

Exemplo: Se temos uma sobrancelha que degradou para o azul, então temos uma cor primária (azul); as cores complementares que faltam no azul é o amarelo e o vermelho (primárias) = laranja (secundária), ou seja, o laranja vai corrigir a sobrancelha azul.

Se tivermos uma sobrancelha que degradou para o roxo, na cor roxa temos a presença do vermelho e do azul (primários); a outra cor primária que está faltando nessa matemática é o amarelo (primário), que será a cor neutralizadora do roxo.

Se temos uma sobrancelha vermelha (primária), para neutralizar eu preciso da soma das outras duas primárias faltantes, que é o azul (primário) e o amarelo (primário), que somadas dá o verde (secundário) — esse verde neutraliza o vermelho.

Vale lembrar que a neutralização, quando é feita em pigmentação antiga, essa nos leva a crer que foi tatuada, então devemos corrigir com cores conhecidas como modificadores; essa técnica nos oferece uma ilusão de óptica dando a impressão que a cor que colocamos por cima da cor errada se misturam transformando-se em marrom, mas na realidade a cor de correção nada mais é que uma “cortina” que, enganando o olhar, faz de conta que a cor está marrom. As clientes que fazem correção de cor precisam entender que a cor errada voltará a aparecer depois de alguns meses, e que então será necessário fazer um novo procedimento de correção ou neutralização.

Colorimetria - Processo de Neutralização

Em micropigmentação trabalhamos com os pigmentos prontos chamados de tintas e existe uma enorme di culdade dos iniciantes em aplicar a colorimetria na tinta já pronta, pois ali temos, visualmente falando, os marrons/castanhos e não as cores puras, como azul, verde ou laranja.

O que vemos no frasco é o marrom/castanho pronto e não é fácil entender ou ver que aquele marrom/castanho possui várias outras cores na sua formação e que isso fará com que ele ganhe uma temperatura que será quente ou fria. (tirar o resto do parágrafo).

Por exemplo um marrom com uma porção a mais de azul ou preto será um se nesse mesmo marrom colocarmos uma porção de amarelo, esse marrom passará a ser esverdeado, pois azul com amarelo resulta em verde, e assim teremos o verde como cor de base para o marrom, o que o torna frio.

Da mesma maneira, se tivermos outro marrom/castanho e colocarmos uma porção a mais de amarelo teremos um marrom/castanho amarelado, resultando em um marrom-claro de fundo amarelado (quente), e se nesse mesmo marrom colocarmos um pouco mais de vermelho teremos então um marrom/castanho alaranjado (quente), ou seja, o laranja será a base dessa cor, e o resultado é um marrom/castanho quente que chamamos de marrom/castanho de base quente.

Entender essa relação é crucial, pois precisamos ver a cor além da cor que nos é mostrada no frasco. Precisamos parar de ler a cor seguin- do os nomes dados pelas marcas de pigmento.

Nós micropigmentadores precisamos nos livrar dessas receitas, e desses nomes. Para isso temos a necessidade de entender a cor e será o primeiro passo para ganharmos essa autonomia e liberdade!

Essa é a colorimetria simples aplicada em micropigmentação; as coisas cam um pouco mais complexas no laboratório na criação de cores, pois as mesmas são criadas a partir de cores primárias e secundárias mais a cor branca e a cor preta. Os pesquisadores entendem a necessidade de cada etnia e cada cor é fabricada respeitando isso. As alterações na hora de usar é aquecer ou esfriar para deixar o marrom/ castanho o mais neutro possível.

Entendendo isso, fica gostoso e prazeroso trabalhar com uma imensa gama de cores, sem car preso em conceitos antigos de receita de uso.

Curiosidade sobre colorimetria

Partimos do estudo da estrela de Oswald para compreensão sobre cores frias, cores quentes e cores neutras, sendo assim, vamos conseguir identificar se o castanho é quente, neutro ou frio, mas na pigmentologia não é assim que se fabrica uma cor. A cor azul não entra na formação do marrom, sendo substituido pelo preto, o vermelho não é um vermelho luminoso se sim escuro e opaco e, ainda entra na formação de várias cores a adição do branco que clareia e diminui a saturação.

Entretanto, é importante entender a estrela de Oswald, pois facilitará seu bom desempenho profissional.

 

Créditos: Léo Calheiros e Eliana Giaretta

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