Eliana Giaretta

CIGARRO E CICATRIZAÇÃO – Saiba como o hábito de fumar pode dificultar a cicatrização da pele

Você sabia que fumar, além de males conhecidos como câncer e infarto, também dificulta a cicatrização da pele? Este hábito pode influenciar na epitelização e até causar gangrenas, necroses e rompimento de suturas (pontos).

Fumar influencia na cicatrização porque o efeito da nicotina no organismo reduz a vascularização da pele. O paciente fumante tem o diâmetro dos pequenos vasos reduzido, o que dificulta a oxigenação e distribuição de nutrientes para as células. Ou seja, a pele perde vitalidade e envelhece precocemente. Isso faz com que a epitelização fique comprometida, podendo até causar cicatrizes irreversíveis.

A pele do paciente fumante pode sofrer com falta de sustentação dos tecidos, resultado da baixa oxigenação e da falta de vitaminas antioxidantes essenciais para a produção de colágeno, que é a principal proteína da pele. Normalmente, as feridas em fumantes possuem uma demora na regeneração tecidual e acabam necessitando de curativos especiais que ajudam na cicatrização, como a Membracel.

Não fumar, manter uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente auxilia não apenas na saúde da pele, mas no bem-estar do corpo como um todo, melhorando a qualidade de vida e proporcionando benefícios físicos, psicológicos e sociais

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